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08 JUNE 2017

AIG destaca os benefícios do seguro de riscos cibernéticos

AIG

São Paulo (Junho de 2017) – O recente ataque cibernético mundial, que atingiu empresas e pessoas por meio do ransomware WannaCry, levantou uma discussão ainda tímida no Brasil: qual o grau de exposição das empresas e pessoas nesse ambiente? Uma reflexão que parece paradoxal se levarmos em conta que o Brasil é um dos alvos preferidos dos hackers, ocupando a 6ª posição no ranking de ataques virtuais, segundo mapa da empresa global Kaspersky.

Nas últimas semanas, algumas ferramentas para mitigar ou minimizar prejuízos ganharam destaque nas agendas executivas por conta dessa exposição, como o Seguro Cibernético, por exemplo. O produto é comercializado no Brasil desde 2012, quando a seguradora AIG trouxe a solução ao mercado interno de forma pioneira.

“Trata-se de um seguro que não se limita apenas à proteção contra os riscos, mas sim uma solução abrangente para o gerenciamento da exposição cibernética de uma empresa”, comenta Flavio Sá, Gerente de Linhas Financeiras da AIG Brasil. “O objetivo é proporcionar aos clientes uma abordagem em todo o processo, desde a análise de risco e prevenção até a própria cobertura, contando com uma equipe especializada na resolução quando um sinistro ocorre”, complementa.

A apólice do Cyber Edge® – nome do produto da AIG – cobre reclamações de terceiros por perdas sofridas como resultado de um “cyber evento” e também os prejuízos do próprio segurado, mediante casos específicos. A cobertura do segurado aplica-se aos custos diretos de uma empresa para responder a uma falha de violação de privacidade ou segurança, tais como os custos de notificação, os custos de relações públicas incorridas para atenuar os danos à reputação da empresa, investigações forenses, consultas jurídicas e monitoramento de crédito ou identidade para as pessoas ou empresas que tiveram seus dados violados.

Cultura de gerenciamento de riscos. A demanda crescente pelo seguro a qual o Brasil vem protagonizando, sobretudo nos últimos cinco anos, ainda é pequenas se comparada a outros mercados mais maduros, como EUA e Europa. O principal motivo, de acordo com Sá, é a falta de conhecimento sobre o tamanho e os impactos do risco.

O mercado segurador – empresas e corretores – também tem papel fundamental nesse aculturamento, mostrando como a transferência de risco por meio de uma solução de seguro pode apoiar a restaurar operações no caso de um ataque. “É nesse sentido que a AIG trabalha, ajudando os clientes a compreender e gerenciar o risco de forma mais eficaz, oferecendo coberturas, ferramentas e um contínuo acesso às melhores práticas de avaliação e mitigação de possíveis vulnerabilidades”, completa Flavio Sá.

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