Ir para o conteúdo principal

Viagens corporativas em 2026: o paradoxo do recorde e da complexidade

O turismo de negócios brasileiro fechou 2025 com R$ 13,7 bilhões em faturamento, recorde histórico segundo a Abracorp, e deve chegar a R$ 14 bilhões em 2026. Ao mesmo tempo, levantamento da Global Business Travel Association (GBTA) mostra que 79% dos profissionais do setor dizem que conflitos e tensões internacionais já afetam a operação, e metade das empresas mudou rotas, itinerários ou suspendeu viagens para certas regiões. Os dois números contam a mesma história. Nunca se viajou tanto a trabalho no Brasil. E nunca o risco por trás de cada viagem foi tão variado: conflito, clima, queda de sistema, sem falar do que sempre existiu. 

Um novo viajante no recorde de viagens

A pesquisa da plataforma Onfly mostra que a Geração Z subiu de 12,8% em 2022 para 18,6% em 2025 entre os viajantes corporativos. É um perfil diferente: mais digital, decide em cima da hora, espera suporte rápido, viaja mais vezes com tickets menores. Pra quem organiza essa rotina, a conta mudou. Política de viagem feita para executivo sênior, com tudo planejado com semanas de antecedência, não dá conta de um time que decide na sexta-feira e embarca na segunda. Para Kaique Dias, Analista de Subscrição, “o que antes era cálculo de despesa virou cálculo de risco. A empresa precisa proteger pessoas que viajam mais vezes, em mais lugares, com menos planejamento. E precisa fazer isso rápido."

Por que ficou mais difícil viajar a trabalho

O Oriente Médio mudou rotas, alongou voos e encareceu combustível. No mesmo levantamento da GBTA, 76% dos compradores corporativos dizem que conflitos já estão afetando decisões de viagem e reunião. Na prática, itinerários mudam de uma semana para outra, e o funcionário que aterrissou em outro fuso precisa de quem atenda em português, na hora, onde ele está. Não no horário da matriz. Soma-se a isso o clima e os sistemas. Tempestades fora de época cancelam voos com frequência. Pane em sistema de companhia aérea ou plataforma de hotelaria já deixou milhares de viajantes em terra em 2024 e 2025. E tem uma camada nova que pesa: a responsabilidade legal da empresa pelo que acontece com quem viaja a trabalho. A CLT obriga a empresa a garantir condições seguras de trabalho, e isso vale também pra quem está embarcado. Em 2026, isso virou tema formal de governança, jurídico e RH. Mesmo onde não tem lei específica, virou cobrança.

A resposta da AIG

O AIG GO é nosso Seguro Viagem Corporativo desenhado pra esse cenário. Cobre o básico (despesa médica e odontológica em emergência, traslado, repatriação, retorno antecipado) e cobre também o que mais dói no dia a dia: cancelamento e interrupção de viagem, perda de conexão, atraso e extravio de bagagem. A diferença está em três pontos. A empresa pode contratar por banco de dias ou plano customizado, e paga pelo que usa. A emissão do certificado é automática, em minutos, pelo Portal de Emissão. E o atendimento da TravelGuard®, nossa central própria, funciona 24 horas em língua nativa do segurado, com presença nos principais hubs do mundo. "Quando uma empresa nos chama, no fundo ela está pedindo previsibilidade num mundo que ficou mais imprevisível", completa Kaique Dias. "Não é só pagar uma despesa médica. É garantir que, se o voo cancelar em Frankfurt às três da manhã, alguém atende em português e resolve."

Pra levar pro cliente: três perguntas que abrem a conversa

O argumento de venda saiu do "seu funcionário pode passar mal na viagem" e foi para um lugar mais alto: a empresa tem responsabilidade por quem manda viajando. Três perguntas funcionam bem na primeira conversa com o cliente:

  • A empresa tem política de viagem por escrito? Ela diz o que fazer quando o destino entra em alerta? 
  • Quem cuida do funcionário que tem o voo cancelado às três da manhã do outro lado do mundo? 
  • Quanto custa pra empresa cada hora em que um executivo fica sem suporte em destino crítico?

Em PME, o argumento mais forte costuma ser o banco de dias: a empresa não paga por colaborador que não viajou, e o saldo que sobra vai para o próximo ano. Resolve o gargalo de orçamento, sem deixar ninguém descoberto.

Seguro como infraestrutura, não como apólice

Num cenário em que o turismo de negócios bate recorde ao mesmo tempo em que metade das empresas redesenha rotas por questão geopolítica, o seguro de viagem deixa de ser linha de despesa e vira infraestrutura. Cuida do funcionário, protege a operação e ajuda a empresa a cumprir o que a lei manda. Três coisas que, sozinhas, ficaram impossíveis de resolver bem.

Para Kaique Dias o ponto é direto: "Seguro de viagem corporativo bem desenhado é o que separa uma empresa que reage de uma empresa que opera. Em 2026, essa diferença ficou cara."

Leia mais artigos em nosso blog:

Cinco motivos para considerar o Seguro Viagem Corporativo uma boa ideia Viajar a trabalho com tranquilidade faz toda diferença

*Todas as coberturas dependem de análise e sempre deve ser levado em consideração as coberturas contratadas, bem como os limites e excludentes das Condições Gerais de cada produto. 

Fontes e referências