Ameaça invisível, impacto real: Seguro CyberEdge como pilar estratégico de governança
A expansão acelerada da tecnologia fez com que a cibersegurança deixasse de ser apenas um risco técnico para se tornar uma das principais áreas de atenção dentro das empresas. Alguns indicadores ajudam a dimensionar esse cenário. No panorama global, o prejuízo financeiro estimado a respeito de cibercrimes foi de US$ 10,5 trilhões em 2025, segundo a Cybersecurity Ventures. No Brasil, o impacto é igualmente relevante, com o custo médio de uma violação de dados alcançando R$ 7,19 milhões no mesmo período, de acordo com o relatório Cost of a Data Breach da IBM. Essa escalada reflete uma realidade em que as vulnerabilidades crescem no mesmo ritmo da modernização corporativa.
Como explica Victor Perego, Gerente de Subscrição de Cyber da AIG, “desde que cada setor da economia passou a se digitalizar, de uma forma ou de outra, o risco cyber passa a permear essas cadeias de atuação. E, via de regra, os incidentes têm crescido.” Diante desse panorama de exposição, a capacidade de compreender a aplicabilidade e as coberturas de uma proteção contra ataques cibernéticos tornou-se um dos principais diferenciais para atender às exigentes demandas do segmento.
A inteligência por trás do sinistro pago
Para o corretor que atua de forma consultiva, entender a dinâmica de um mercado em expansão vai muito além de avaliar tabelas de preços ou coberturas isoladas. À medida que o risco cibernético se consolida, o mercado de seguros passa por um ciclo natural de amadurecimento. A entrada de novas capacidades e a concorrência podem, temporariamente, pressionar as taxas para baixo. Contudo, a sustentabilidade real de uma carteira de longo prazo é ditada por outro indicador, a precisão técnica na hora de liquidar o sinistro.
Em um ramo como o Cyber, o "sinistro pago" é a linha de chegada de um processo que começa muito antes, na subscrição. Ele demonstra que a seguradora compreende a cadeia de valor digital que está protegendo, sabendo precificar o risco de forma justa e mantendo a solidez financeira necessária para honrar o contrato no momento da materialização do risco.
Os indicadores oficiais da Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) oferecem uma perspectiva sobre esse panorama e refletem a expertise técnica acumulada pela AIG. Ao avaliarmos os dados de janeiro de 2019 até julho de 2026, o contraste é claro. Enquanto as demais seguradoras somaram aproximadamente R$ 150 milhões em sinistros pagos durante todo o período, a AIG foi responsável por cerca de R$ 120 milhões, de um total superior a R$ 270 milhões. Já nos registros regulatórios referentes ao ano de 2025, a operação também demonstra solidez por meio de marcas expressivas, superando R$ 94 milhões em Prêmios Diretos, combinada a uma resposta ágil e controlada com mais de R$ 5,3 milhões em Sinistros Diretos. Mais do que indicadores isolados, esses resultados ganham relevância quando integrados a outros fatores fundamentais para a sustentabilidade a longo prazo e para a manutenção de uma carteira estruturada para absorver impactos com segurança.
“A maior evidência da experiência e da especialização técnica de uma seguradora está na eficiência do sinistro pago de fato. E nisso a AIG também se destaca. Quando trazemos dados transparentes de liquidação, o mercado entende que a AIG não apenas subscreve o risco, mas possui a bagagem e a estrutura necessárias para apoiar o cliente nesse momento. Essa consistência histórica dá ao corretor a segurança necessária na ponta da venda”, ressalta Victor.
Seguro CyberEdge: o aliado estratégico de grandes corporações a PMEs
O amadurecimento das organizações em relação ao seguro cibernético não acontece de forma uniforme. Essa diferenciação exige que o corretor compreenda os diferentes motivadores de compra de acordo com o porte de cada empresa, permitindo calibrar o argumento com precisão e assertividade na ponta da venda.
Nas grandes corporações, a percepção do risco cibernético já está consolidada na alta liderança e nos comitês de auditoria. Por isso, a busca principal dessas organizações gira em torno de parceiros estratégicos capazes de oferecer alta capacidade financeira. Diante de estruturas complexas e exigências rigorosas de governança, essas lideranças demandam clausulados robustos o suficiente para absorver grandes impactos sem comprometer a continuidade dos negócios.
Por outro lado, como a maturidade em relação ao risco cibernético varia conforme o porte da empresa, o cenário das pequenas e médias organizações desenha-se sob outra perspectiva. Nesse nicho, o avanço é impulsionado pelo setor de tecnologia. Esse segmento assumiu o protagonismo das contratações entre as PMEs devido à autopercepção nativa do risco por parte de seus fundadores e, principalmente, por conta de exigências contratuais de seus próprios clientes. Embora as empresas de base tecnológica liderem essa expansão, negócios de diversas outras áreas também demonstram um interesse crescente pela modalidade, estimulados pela percepção de que a vulnerabilidade digital é um desafio comum a qualquer atividade econômica.
“Nenhum negócio é pequeno demais ou deixa de ser interessante para nós. Na AIG, cada risco é analisado de acordo com as características da operação, do setor e da exposição da empresa. Nossa premissa é sempre olhar, compreender as particularidades de cada caso e saber como conseguimos agregar valor real para o corretor e para o segurado”, explica Victor Perego.
Seguro como ativo de valor contínuo
A expansão do seguro cibernético de uma apólice ocasional para um componente essencial para a operação reflete a própria maturidade exigida pelas empresas no ecossistema digital. Diante de ameaças cada vez mais voláteis, a estabilidade de uma organização passa a depender diretamente da capacidade de antecipar cenários e responder a crises com precisão técnica. Neste cenário, a atuação do corretor consolida-se como o elo indispensável para guiar o mercado, traduzindo complexidades técnicas em segurança patrimonial e continuidade de negócios para os segurados.
Nesse horizonte, contar com o respaldo de soluções robustas como o Seguro CyberEdge confere ao corretor a base técnica necessária para atuar com plena confiança. Ao aliar o pioneirismo da AIG à sua proximidade e conhecimento do cliente, o corretor vai além de uma atuação operacional para se consolidar como o principal consultor estratégico do setor. É essa assessoria de excelência que ampara tanto o dinamismo das pequenas e médias empresas quanto a solidez das grandes corporações, consagrando o corretor como o verdadeiro protagonista na construção de um ambiente corporativo mais protegido, consciente e preparado para os futuros desafios.
*As coberturas estão sujeitas à análise de risco e aos termos, limites, condições e exclusões previstos nas respectivas Condições Gerais e demais documentos contratuais do produto.