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RC Profissional: proteção para os novos desafios da prestação de serviços.

A prestação de serviços passou por uma profunda transformação nos últimos anos. Hoje, os riscos atrelados ao trabalho de um profissional vão muito além de uma possível falha na execução de uma tarefa. Omissões, perdas de prazos, falhas em documentações e até mesmo a gestão inadequada de dados sensíveis evidenciam o aumento dessa exposição, podendo resultar em impactos financeiros e reputacionais. Essa vulnerabilidade é refletida diretamente nos tribunais. Segundo o levantamento elaborado pela Turivius, 74% das decisões judiciais envolvendo empresas resultaram em condenação por responsabilidade civil, com base em documentos publicados entre 2022 e 2025.

Neste cenário, o papel do corretor de seguros afasta-se da simples intermediação e consolida-se como o de um verdadeiro consultor estratégico. Por isso, é fundamental demonstrar ao cliente que o ambiente atual de negócios exige prevenção ativa e um olhar apurado para as responsabilidades assumidas no dia a dia.

Para fundamentar esse diálogo com o cliente, o corretor precisa compreender o motor dessa transformação. Mariana Bruno, Superintendente de Linhas Financeiras da AIG, ressalta que a evolução do mercado reflete a nova postura do consumidor. “O brasileiro, seja ele pessoa física ou jurídica, está cada vez mais consciente de seus direitos e exigente quanto às entregas. Isso elevou a exposição dos prestadores de serviço a reclamações, exigindo uma camada extra de proteção estrutural para os negócios”, explica.

Reputação em um ambiente de maior exposição

Em um mercado hiperconectado, a reputação consolidou-se como um dos ativos mais valiosos e, simultaneamente, mais vulneráveis de qualquer empresa ou profissional autônomo. Hoje, os questionamentos sobre a qualidade de um serviço raramente ficam restritos aos bastidores. Uma única insatisfação pode ganhar proporção pública nas redes sociais e na imprensa em poucas horas, colocando a credibilidade de profissionais e empresas em risco. 

Para o corretor, demonstrar como o seguro atua no gerenciamento de crises é um diferencial na ponta da venda. É de extrema importância contextualizar que a apólice vai além das perdas puramente contratuais, sendo estruturada para também custear possíveis assessorias de comunicação, relações públicas e estratégias de contenção de danos focadas em reverter a exposição negativa. 

Mariana ressalta a relevância desse acolhimento institucional nos momentos de maior vulnerabilidade: “O seguro atua não apenas na esfera jurídica, mas no respaldo do valor da marca ou de determinado profissional durante a turbulência. Nosso objetivo é oferecer o suporte necessário para mitigar os impactos públicos de um evento, contribuindo para a preservação da confiança do mercado e a continuidade das relações do segurado com sua carteira de clientes”, pontua.

Cadeia de serviços: cobrindo a terceirização 

A necessidade de resguardar a imagem e o patrimônio torna-se ainda mais crítica quando observamos outra realidade da dinâmica de negócios atual, a terceirização. Afinal, a reputação de uma empresa não está exposta apenas aos seus próprios erros, mas também à atuação de todos os parceiros que a representam. Para entregar projetos multidisciplinares e cada vez mais robustos, é comum que as companhias contratem prestadores especializados. Nesse ponto, o corretor tem a oportunidade de exercer seu papel consultivo ao alertar o cliente sobre um risco muitas vezes invisível na operação. Perante o consumidor final, a responsabilidade permanece com a empresa que assinou o contrato principal.

O RC Profissional da AIG atua para fechar exatamente essa lacuna, estendendo a proteção da apólice para falhas cometidas por terceiros e subcontratados que estejam prestando serviços em nome do segurado. Essa extensão de cobertura traz uma tranquilidade essencial para quem precisa escalar o negócio sem perder o controle dos riscos.

Para que esse apoio seja efetivo, Mariana faz um alerta importante sobre a gestão e a transparência na subscrição: “É vital que as relações de terceirização sejam devidamente formalizadas por meio de contratos claros. Essa estruturação documental é o que respalda a nossa análise, comprova o vínculo da prestação de serviços e, o mais importante, ampara a segurança do cliente principal na hora em que o sinistro acontece”, orienta a Superintendente de Linhas Financeiras.

Como a AIG apoia a jornada do corretor 

Para que o RC Profissional seja compreendido pelo cliente final, o corretor precisa tangibilizar o risco. Na prática, isso significa mudar o eixo da negociação. Em vez de pautar a conversa exclusivamente em “demanda versus necessidade”, o papel do parceiro é apresentar cenários reais e plausíveis. 

A AIG entende que esse processo exige confiança técnica e, dessa forma, atua como uma aliada estratégica na jornada de vendas do corretor, investindo continuamente no desenvolvimento de competências, promovendo capacitação e mantendo um canal direto e aberto entre os parceiros e a equipe de subscrição.

Essa combinação entre tecnologia de ponta e retaguarda técnica é o grande diferencial para dinamizar o dia a dia de vendas. Como conclui Mariana Bruno, o foco é garantir autonomia sem abrir mão da proximidade humana. “Nosso compromisso é caminhar lado a lado com o corretor. Por isso, aliamos agilidade, suporte direto e um time de especialistas prontos para apoiá-lo na análise de riscos e na construção das melhores soluções para seus clientes.”

Saiba mais sobre o RC Profissional da AIG: https://www.aig.com.br/home/solucoes-para-riscos/responsabilidade-civil/rc-profissional

*As coberturas estão sujeitas à análise de risco e aos termos, limites, condições e exclusões previstos nas respectivas Condições Gerais e demais documentos contratuais do produto.